« Home | O canto do vento nos Ciprestes » | "Sei-te de cor" » | Fim de semana » | O canto do vento nos Ciprestes » | Fernando Pessoa » | Ricardo Carvalho » | Polonia 0 Equador 4 » | Dia de Camões e de Portugal. » | Dia Nacional do Cão??? » | Amor I love You » 

quarta-feira, junho 21, 2006 

O Jardim


Vamos caminhando
de mãos dadas pelo jardim,
sentemo-nos lá no fundo
debaixo daquele pessegueiro,
lembras-te do pessegueiro?
Onde passamos horas a rir
a conversar,
onde me contavas o teu dia
e eu te contava o meu dia esperando por ti.
Onde te lia os poemas que escrevia...
para ti.

Lembraste das tardes de Sol
Das tardes de chuva?
Era o nosso abrigo o pessegueiro.

Foram à sua sombra
os nossos beijos...
onde jurei que era só tua e para sempre
onde te senti meu pela primeira vez.

Continua lá o pessegueiro
com o seu aroma adocicado
que era o teu também...

(12/07/05)

Posted by Clitie at 22:51

Gostei do teu poema. Dá para sub-entender muita coisa. Essa parte do conversar é que deixa meio atónito. É que enquanto se beija, não se conversa.
Beijinhos para ti.
Manuel

Queria escrever algo mais que o banal lindo, mas de facto está lindo:) beijos

Clitie obrigado pelos parabens. O novo look do teu outro blog está fantástico, mas não permites comentários, pois não?

Beijinhos e bom fim-de-semana que está a chegar.

Pedro Gonçalves.

De Proposito - Nos intevalos... Lol! Bjks

Wind - Obrigada!! Bjks

Peter - Retirei os comentarios, vou postar em simultaneo neste e no outro, podes comentar aqui. Quanto ao resto... de nada!!! Bjks grandes.

Abriste a gaveta das recordações e saiu um lindo poema...

Um beijo Clitie...

Lindo poema...

Todos temos os nossos pessegueiros, mas o teu tem o sabor especial do aroma eterno.
A vida revolve situações e sentimentos, mas deixa sempre a marca eterna daquilo que não conseguimos apagar - a chama do pessegueiro que foi a essência que nos permitiu criar os doces momentos da felicidade procurada...

Enviar um comentário

Outros blogues