O Jardim

Vamos caminhando
de mãos dadas pelo jardim,
sentemo-nos lá no fundo
debaixo daquele pessegueiro,
lembras-te do pessegueiro?
Onde passamos horas a rir
a conversar,
onde me contavas o teu dia
e eu te contava o meu dia esperando por ti.
Onde te lia os poemas que escrevia...
para ti.
Lembraste das tardes de Sol
Das tardes de chuva?
Era o nosso abrigo o pessegueiro.
Foram à sua sombra
os nossos beijos...
onde jurei que era só tua e para sempre
onde te senti meu pela primeira vez.
Continua lá o pessegueiro
com o seu aroma adocicado
que era o teu também...
(12/07/05) Posted by Clitie at 22:51

Gostei do teu poema. Dá para sub-entender muita coisa. Essa parte do conversar é que deixa meio atónito. É que enquanto se beija, não se conversa.
Beijinhos para ti.
Manuel
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DE-PROPOSITO9:15 da manhã
Queria escrever algo mais que o banal lindo, mas de facto está lindo:) beijos
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wind1:29 da tarde
Clitie obrigado pelos parabens. O novo look do teu outro blog está fantástico, mas não permites comentários, pois não?
Beijinhos e bom fim-de-semana que está a chegar.
Pedro Gonçalves.
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Pete2:07 da tarde
De Proposito - Nos intevalos... Lol! Bjks
Wind - Obrigada!! Bjks
Peter - Retirei os comentarios, vou postar em simultaneo neste e no outro, podes comentar aqui. Quanto ao resto... de nada!!! Bjks grandes.
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Anónimo6:13 da tarde
Abriste a gaveta das recordações e saiu um lindo poema...
Um beijo Clitie...
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AS9:14 da tarde
Lindo poema...
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Anónimo12:43 da manhã
Todos temos os nossos pessegueiros, mas o teu tem o sabor especial do aroma eterno.
A vida revolve situações e sentimentos, mas deixa sempre a marca eterna daquilo que não conseguimos apagar - a chama do pessegueiro que foi a essência que nos permitiu criar os doces momentos da felicidade procurada...
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Amaral5:08 da tarde