Nuno Júdice

Escritor, poeta e ensaísta português, natural de Mexilhoeira Grande, Portimão.
Estudou Filologia Românica na Universidade de Lisboa, vindo depois a ser professor do ensino secundário. Actualmente, é professor da Universidade Nova de Lisboa, onde se doutorou em 1989 com uma tese sobre Literatura Medieval.
Colaborou ainda nas publicações O Tempo e o Modo e Jornal de Letras. A partir de 1997, passou a desempenhar, em Paris, os cargos de conselheiro cultural da embaixada portuguesa e delegado do Instituto Camões.
Publicou um livro de divulgação da literatura portuguesa do séc. XX em França: Voyage dans un siècle de littérature portugaise (1993) reeditado e revisto na edição portuguesa Viagem por um século de literatura (1997).
Tem livros traduzidos em Espanha, Itália, Venezuela, Inglaterra e em França, onde está publicado na colecção Poésie/Gallimard com Un chant dans l'epaisseur du temps.
Foi nomeado Conselheiro Cultural da Embaixada de Portugal e Director do Instituto Camões, em Paris É o comissário para a área da Literatura de «Portugal como país-tema da 49.ª Feira do Livro de Frankfurt». Tem escrito obras de ficção, como Plâncton (1981), A Manta Religiosa (1982), O Tesouro da Rainha de Sabá (1984), Vésperas de Sombras (1999) e Por Todos os Séculos (1999); Publicou o primeiro livro de poesia em 1972: A Noção do Poema.
Seguiram-se Crítica Doméstica dos Paralelipípedos (1973), O Mecanismo Romântico da Fragmentação (1975), O Voo de Igitur Num Copo de Dados (1981), A Partilha dos Mitos (1982), Lira de Líquen (1985, Prémio Pen Club Português), A Condescendência do Ser (1988), Enumeração de Sombras (1989), As Regras da Perspectiva (1990), Um Canto na Espessura do Tempo (1992), Meditação sobre Ruínas (1994, Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, 1995), O Movimento do Mundo (1996), A Fonte da Vida (1997), Raptos/Enlévements/Kidnappings (1998, poemas escolhidos, com ilustrações de Jorge Martins), Teoria Geral do Sentimento (1999), Linhas de Água (2000) e A Árvore dos Milagres (2000). De entre as suas obras de ensaio destacam-se A Era do «Orpheu» (1986), O Espaço do Conto no Texto Medieval (1991), O Processo Poético (1992) e As Máscaras do Poema (1998), sendo esta última obra uma recolha de muitos dos seus textos de ensaio e crítica. Em 1996, foram lançadas as revistas Tabacarias dirigidas pelo escritor. Recebeu os mais importantes prémios de poesia portugueses: Pen Clube (em 1985), D. Dinis da Fundação Casa de Mateus (1990) e da Associação Portuguesa de Escritores (1994), este último com o livro Meditação sobre Ruínas que foi finalista do Prémio Europeu de Literatura, Aristeion.
Nuno Júdice recebeu ainda o Prémio de Poesia Pablo Neruda e o Prémio da Fundação da Casa de Mateus.
Em 2001, publicou Pedro, Lembrando Inês e Cartografia de Emoções, um livro de poesia. No mesmo ano, Rimas e Contas, integrada na colectânea Poesia Reunida 1976/2000, foi reconhecida com o Prémio Crítica 2000, pelo Centro Português da Associação Internacional dos Críticos Literários (AICL)
Posted by Galadriel at 14:40

É sempre positivo divulgar, escritores ainda mais quando são portugueses. Gostei do seu blog. Bjs
Posted by
Anónimo4:55 da tarde
Um post bastante interessante que a minha cara amiga colocou aqui no Vida. :)
Beijinho, João.
Posted by
¦☆¦Jøhη¦☆¦5:07 da tarde
Muito bem vejo que isto aqui para este lados anda de "vento em popa", no bom caminho... no caminho da divugação da "nossa" cultura...
Espero por mais...
Posted by
Anónimo6:21 da tarde
Mais um representante do Algarve a divulgar a região, utilizando a sua poesia!
Bem Hajam
Bjks da Matilde
Posted by
Miguel7:59 da tarde
gostei do post
gosto de júdice
jocas maradas
Posted by
Su7:55 da tarde