E depois da chuva?

Estou a ver a chuva que caí.
Há dias que ainda espero
na soleira da porta,
que me venham entregar a carta
em que me explicas
como aprender a viver sem ti.
Há já tantas saudades neste corpo,
Há já tanta falta de ti,
e as lágrimas que teimam em cair,
já não são doces, agora,
até os meus lábios
perderam o sabor...
E o vento traz o som de todas as promessas quebradas,
E a noite tira-me o sono
E são só os medos de outrora
que me ficaram gravados na alma.
(23/11/05) Posted by Clitie at 19:38

Depois da tempestade vem sempre a bonança...
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Anónimo8:04 da tarde
Os medos... regressam sempre...
Bjx
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Carla8:38 da tarde
Nesses momentos sem esperança, fique perto de quem pensa pelo positivo, para te dar energia, querida..Bj grande!
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Esther9:13 da tarde
Fica-se sempre assim, mas o tempo ajuda a cicatrizar. bjs
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wind10:48 da tarde
Pois é!
A saudade, a saudade...
Belo desabafo... Se o que te levou a escrever este poema foi a saudade da falta de solidão - gostei deste trocadilho - fez com que estivesses inspirada...
Já agora aproveito para dizer que o blog imbecil está pronto, renovado e no ar...
Passa lá e dá a tua opinião, tanto ao Phonsekeorema como ao blog em si.
Só mais uma coisa, o blog passa a chamar-se "As Teorias do Phonseka", se não te importares de mudar na lista...
Beijokas.
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Ricardo Fonseca1:00 da manhã
...não há cartas a explicar como se sacia a saudade ou se molha o olhar..um abraço
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deep8:58 da manhã
Vejo bem que a saudade te invade... e desse modo cria em ti o sentimento que te leva a escrever assim...
Um beijinho, João.
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¦☆¦Jøhη¦☆¦12:22 da tarde
a escrita é o refúgio da nossa Clitie.
Bjs
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Anónimo12:26 da tarde
Estes teus poemas tiram-me o fôlego...
Sem dúvida!
Um abraço
~º(",)º~
Fernanda
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Fernanda1:08 da tarde
Ai, ai, ai, o que te fazem esses comprimidos para a gripe. Beijinho
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dam4:52 da tarde
saudades.....saudades
jocas maradas
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Su10:44 da tarde