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quarta-feira, novembro 23, 2005 

E depois da chuva?


Estou a ver a chuva que caí.
Há dias que ainda espero
na soleira da porta,
que me venham entregar a carta
em que me explicas
como aprender a viver sem ti.

Há já tantas saudades neste corpo,
Há já tanta falta de ti,
e as lágrimas que teimam em cair,
já não são doces, agora,
até os meus lábios
perderam o sabor...

E o vento traz o som de todas as promessas quebradas,
E a noite tira-me o sono
E são só os medos de outrora
que me ficaram gravados na alma.

(23/11/05)

Posted by Clitie at 19:38

Depois da tempestade vem sempre a bonança...

Os medos... regressam sempre...
Bjx

Nesses momentos sem esperança, fique perto de quem pensa pelo positivo, para te dar energia, querida..Bj grande!

Fica-se sempre assim, mas o tempo ajuda a cicatrizar. bjs

Pois é!
A saudade, a saudade...
Belo desabafo... Se o que te levou a escrever este poema foi a saudade da falta de solidão - gostei deste trocadilho - fez com que estivesses inspirada...

Já agora aproveito para dizer que o blog imbecil está pronto, renovado e no ar...
Passa lá e dá a tua opinião, tanto ao Phonsekeorema como ao blog em si.
Só mais uma coisa, o blog passa a chamar-se "As Teorias do Phonseka", se não te importares de mudar na lista...
Beijokas.

...não há cartas a explicar como se sacia a saudade ou se molha o olhar..um abraço

Vejo bem que a saudade te invade... e desse modo cria em ti o sentimento que te leva a escrever assim...

Um beijinho, João.

a escrita é o refúgio da nossa Clitie.

Bjs

Estes teus poemas tiram-me o fôlego...
Sem dúvida!
Um abraço
~º(",)º~
Fernanda

Ai, ai, ai, o que te fazem esses comprimidos para a gripe. Beijinho

saudades.....saudades
jocas maradas

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