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domingo, junho 12, 2005 

Eu amei-te

Eu amei-te; mesmo agora devo confessar,
Algumas brasas desse amor estão ainda a arder;
Mas não deixes que isso te faça sofrer.
Não quero que nada te possa inquietar.
O meu amor por ti era um amor desesperado,
Tímido, por vezes, e ciumento por fim.
Tão terna, tão sinceramente te amei.
Que peço a Deus que outro te ame assim.

Aleksandr Púshkin

Posted by Clitie at 12:22

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