
Emerges do silêncio como o remorso
Do tempo parado na distância.
És cinza volátil transcorrendo
Da superfície rugosa das palavras.
O teu corpo já não acende
Nos meus olhos a paixão e o tema:
Passas rente ao verso
Mas não entras no poema.
António Arnaut Posted by Clitie at 12:35
