« Home | Sou uma ilha no imenso mar da noite Nenhum barco a... » | Amor… Já senti, amor de menina, Inocente e inten... » | Ao caminhar pelas areias decidi deixar-te. Pablo... » | - Em que século estamos nós nesta montanha? - torn... » | Apresentação » | Há um rio a correr dentro de mim Cheio de princípi... » | Nunca se deve escutar. Escutar é um sinal de indif... » | Ao tempo que partiste E ainda estás em mim, Será... » | Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra r... » | Tenho o espirito devassado penetraste na minha esc... » 

sábado, junho 18, 2005 



Emerges do silêncio como o remorso
Do tempo parado na distância.

És cinza volátil transcorrendo
Da superfície rugosa das palavras.

O teu corpo já não acende
Nos meus olhos a paixão e o tema:

Passas rente ao verso
Mas não entras no poema.


António Arnaut

Posted by Clitie at 12:35

Outros blogues